Criei esse blog com o intuito de expressar e compartilhar minhas idéias. Acredito que muitos pensam como eu, portanto, leia e opine.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Médico e Monstro
A primeira vez que li o Juramento de Hipócrates eu chorei. Apesar de não ter nenhuma aptidão para trabalhar na área de saúde eu fiquei muito emocionada pensando na nobreza de quem abraçava a profissão de médico. Afinal ele estaria como um emissário divino. Teria a possibilidade de salvar vidas. Tirar do desespero familias inteiras, curando uma pessoa. A pessoa que se dedica a esta profissão teria ideais nobres e altruístas. Doar seu conhecimento, sua perícia e - isso está implícito - seu amor pelo semelhante. Porque para ser médico voce precisa em primeiro lugar amar o seu semelhante. Mas o que se vê nos dias de hoje é completamente diferente. Vê-se mercenários no lugar de médicos. Estudantes de Medicina que saem da formatura pensando aonde podem trabalhar com maior rentabilidade financeira. Profissionais que só se preocupam com posições de destaque que podem ocupar em seus locais de trabalho. É verdade que existem excessões. E muitas, graças a Deus. Mas, uma grande parte destes profissionais trabalha para ganhar dinheiro, não se preocupando com os seres humanos que atendem. E o que mais me choca são quando esses profissionais são do sexo feminino. Mulheres, que tem o dom de gerar outros seres humanos. Como uma médica e mulher pode atender uma criança indefesa e não procurar, com interesse, a causa de seu mal? Como pode uma médica e mulher ver chegar a um Pronto Socorro uma mãe com um filho doente e não ser rápida no atendimento? O fato de hospitais públicos estarem cheios e com poucos recursos não é justificativa. Os profissionais de hoje se habituaram a aguardar diagnósticos fornecidos por máquinas. Não querem ter o trabalho de pensar. Se nós não tivéssemos condições de diagnosticar sem as máquinas, a profissão de médico só teria surgido agora, quando, na verdade é uma das profissões mais antigas da humanidade. Por favor senhores médicos, lembrem-se do Juramento de Hipócrates que fazem ao se formar. Lembrem-se de que aquela pessoa doente na sua frente é um ser humano que depende do seu conhecimento para viver.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O poder de distorção da mídia
Hoje, pela primeira vez em muito tempo, acreditei nas pessoas que dizem ter suas palavras deturpadas pela Imprensa. É impressionante o poder de distorção que vocês possuem. Escrevi para a seção de Cartas dos Leitores, quatro cartas sobre determinado assunto, que, no meu entender é importante. Na última, antes do texto da carta, coloquei minha impressão sobre o Jornal, por não ter publicado nenhuma delas. Questionei a imparcialidade desse veículo de comunicação. E, finalmente, publicaram minha carta. Não posso reclamar. Mas fizeram uma miscelânea tão grande com os textos, que, nem eu que escrevi, sei sobre que assunto trata.
Realmente voces são tendenciosos e parciais. Durante muito tempo não quis acreditar nesse fato, apesar de vários avisos. Em consequência disso, não do fato de não terem publicado minhas cartas, mas sim de terem descaracterizado seu conteúdo, estou entrando em contato com o Jornal para cancelar minha assinatura. Sei que esse fato não altera nada para o Jornal, já que são milhares de assinantes. Mas espero que meu ato sirva de reflexão para os profissionais que ai trabalham e sirva para que eles repensem seus ideais, quando decidiram trabalhar nessa profissão. Se vale a pena esquecer sua vontade primeira de transmitir a verdade, sem mácula em favor de um bom salário.
Realmente voces são tendenciosos e parciais. Durante muito tempo não quis acreditar nesse fato, apesar de vários avisos. Em consequência disso, não do fato de não terem publicado minhas cartas, mas sim de terem descaracterizado seu conteúdo, estou entrando em contato com o Jornal para cancelar minha assinatura. Sei que esse fato não altera nada para o Jornal, já que são milhares de assinantes. Mas espero que meu ato sirva de reflexão para os profissionais que ai trabalham e sirva para que eles repensem seus ideais, quando decidiram trabalhar nessa profissão. Se vale a pena esquecer sua vontade primeira de transmitir a verdade, sem mácula em favor de um bom salário.
Acordo com a Santa Sé
A Igreja Católica foi perdendo, graças a seja lá quem for, durante a história, o poder absoluto que detinha no mundo. Isso se deve, na maior parte, à própria Igreja, que na certeza de seu absolutismo, não acreditou que, o homem tem um cérebro pensante e analítico. Com a modernidade e o avanço tecnológico, as pessoas foram vendo a verdadeira face da Igreja Católica e migrando para outras religiões. Isso é fato. Agora, com a crescente perda de fiéis e conseqüentemente perda de prestígio, seus dirigentes tentam destruir uma das poucas coisas boas em nosso País. Nosso direito de nos expressar livremente em nosso credo religioso. O Brasil é um país formado por várias culturas, que trouxeram não só conhecimentos mas também, suas convicções religiosas. Isso foi assimilado pelo povo brasileiro de uma maneira ímpar, o que permite a convivência de diversas manifestações religiosas. A alegação de que o Brasil possui o maior contingente de Católicos do mundo é inverídica. O que acontece aqui, e que só povo brasileiro sabe distinguir, é que a maioria das pessoas, por comodismo, ao ser perguntado a que religião pertence, diz: Católico. Mas na verdade, o verdadeiro brasileiro, aquele que se diz Católico, no Ano Novo faz oferendas para Iemanjá nas praias, vai a cartomante tentar saber de sua vida amorosa e vai, por vias das dúvidas, ao Culto da Igreja Universal. O brasileiro é uma mistura de crenças religiosas. Por isso e pela preservação de nossa Constituição, não devemos permitir que tal acordo seja ratificado. Somos um país aonde ainda podemos decidir nossa maneira de adorar à Deus. Não podemos deixar que a Igreja Católica, combalida, caquética e desmenbrada queira tomar posse de nossas liberdades.
Desespero também no subúrbio
Todas as vezes que escrevo relatando problemas no bairro onde moro, este Jornal não publica as cartas. Vamos ver se dessa vez vai.
Fico estarrecida com as notícias veiculadas de "pânico", "desespero", "guerra", "assassinatos", "vítimas inocentes" na Zona Sul do Rio de Janeiro. Entendo bem o que acontece, pois onde moro também acontece isso, só que não aparece no Jornal. Moro no subúrbio, no bairro de Realengo, cercada de "Comunidades". Estão à minha volta, Vila Vintém, Fumacê, Batan e Curral. Todas elas de facções diferentes que estão, constantemente em guerra. Há dez dias passados, a Polícia Militar do Rio de Janeiro, invadiu a "Comunidade" do Fumacê a procura do "Batman". Saldo: uma criança de 13 anos morta estupidamente por bala perdia. Fato: não precisa ser experto em Inteligência Militar para saber que, o Sr. Batman, miliciano, jamais estaria escondido numa comunidade dominada pelo Terceiro Comando. Até eu, quase senil, sei disso. Sábado próximo passado, a Polícia Civil invadiu a Comunidade da Vila Vintém, com a justificativa de moralizar o local. Parabéns!!! Saldo: moradores fechando ruas, queima de pneus nas estradas, oito horas de tiroteio ininterrupto, uma criança de dez anos morta e vários feridos. Nestes dois acontecimentos, entre outros tantos, nós moradores do entorno ficamos reféns em nossas casas. Eu fico desesperada telefonando para os membros da minha familia que estão em trânsito, de casa para o trabalho ou vice-versa. As crianças ficam desesperadas com a quantidade de tiros disparados. Escolas fecham mais cedo ou não abrem. E, apesar disso, não temos o nosso problema noticiado nos Jornais. Porque? Porque moramos no subúrbio, não fazendo parte dos Cartões Postais da Cidade Maravilhosa? Ou porque notícia de suburbano não interessa? Somos seres humanos iguais, com os mesmos problemas. Somos reféns dos mesmos políticos corruptos, de uma política de segurança ineficaz e de um crime organizado cada dia mais organizado e bem armado. O que eu realmente quero é não ter que escrever esse tipo de cartas ao Jornal. Quero políticos comprometidos com a população, policiais comprometidos com seus juramentos de defesa da população. Quero, enfim, o Rio de Janeiro, com todos os seus bairros da Zona Sul, Zona Norte e Zona Oeste em paz!!!
Fico estarrecida com as notícias veiculadas de "pânico", "desespero", "guerra", "assassinatos", "vítimas inocentes" na Zona Sul do Rio de Janeiro. Entendo bem o que acontece, pois onde moro também acontece isso, só que não aparece no Jornal. Moro no subúrbio, no bairro de Realengo, cercada de "Comunidades". Estão à minha volta, Vila Vintém, Fumacê, Batan e Curral. Todas elas de facções diferentes que estão, constantemente em guerra. Há dez dias passados, a Polícia Militar do Rio de Janeiro, invadiu a "Comunidade" do Fumacê a procura do "Batman". Saldo: uma criança de 13 anos morta estupidamente por bala perdia. Fato: não precisa ser experto em Inteligência Militar para saber que, o Sr. Batman, miliciano, jamais estaria escondido numa comunidade dominada pelo Terceiro Comando. Até eu, quase senil, sei disso. Sábado próximo passado, a Polícia Civil invadiu a Comunidade da Vila Vintém, com a justificativa de moralizar o local. Parabéns!!! Saldo: moradores fechando ruas, queima de pneus nas estradas, oito horas de tiroteio ininterrupto, uma criança de dez anos morta e vários feridos. Nestes dois acontecimentos, entre outros tantos, nós moradores do entorno ficamos reféns em nossas casas. Eu fico desesperada telefonando para os membros da minha familia que estão em trânsito, de casa para o trabalho ou vice-versa. As crianças ficam desesperadas com a quantidade de tiros disparados. Escolas fecham mais cedo ou não abrem. E, apesar disso, não temos o nosso problema noticiado nos Jornais. Porque? Porque moramos no subúrbio, não fazendo parte dos Cartões Postais da Cidade Maravilhosa? Ou porque notícia de suburbano não interessa? Somos seres humanos iguais, com os mesmos problemas. Somos reféns dos mesmos políticos corruptos, de uma política de segurança ineficaz e de um crime organizado cada dia mais organizado e bem armado. O que eu realmente quero é não ter que escrever esse tipo de cartas ao Jornal. Quero políticos comprometidos com a população, policiais comprometidos com seus juramentos de defesa da população. Quero, enfim, o Rio de Janeiro, com todos os seus bairros da Zona Sul, Zona Norte e Zona Oeste em paz!!!
Andanças da Prefeitura
Fiquei muito feliz ao saber, através do Jornal, que o Sr. Eduardo Paes, Prefeito da Cidade, esteve em visita surpresa à Zona Oeste. Mais feliz ainda, fiquei ao saber que, o Sr. Edimar Teixeira, Sub-Prefeito da Zona Oeste estava em sua companhia. Desejo aproveitar a oportunidade para fazer algumas sugestões a ambos. Primeiro, que o Prefeito não faça suas visitas somente nos locais de maior acesso ou mais visíveis. Que ele visite também as áreas mais residenciais. Segundo, que, na medida do possível, faça também visitas agendadas, para que a população possa levar seus problemas. E, por último, que tanto ele quanto seu sub-prefeito compareçam as visitas agendadas. Que não deixem o pobre do carioca esperando por horas sob o sol, para depois de horas demarcar a visita. O sub-prefeito da Zona Oeste fez isso conosco, moradores do bairro de Realengo, no dia 01/03, coincidentemente quando o seu chefe fazia o mesmo com as pessoas que o aguardavam para as comemorações do aniversário da Cidade. Sr. Edimar, é impossível comandar sem cumprir compromissos. Sr. Eduardo, desta maneira o Sr. não dá bons exemplos aos seus subordinados e não ganha a confiança daquela metade dos cariocas que não votaram no Senhor.
Falta de Comprometimento
Realmente, os políticos não se renovam. Moro no subúrbio do Rio, área esquecida por governantes. Temos vários problemas, que são sempre lembrados em época de eleição, para logo depois serem esquecidos. Quinta-feira, próxima passada, fui informada por carro de som, que neste domingo, 01 de março, sua Excelência, o sub-prefeito da Zona Oeste, Sr. Edimar Teixeira, nos concederia a honra de sua presença para discutir, com os moradores, soluções para nossa região. A visita foi marcada para as 10:00 horas e só seriam recebidos por sua Excelência, cinco moradores. Imediatamente me candidatei para ser uma das cinco pessoas. Afinal, coisa rara, político aparecer aqui. Não podia desperdiçar a oportunidade. Hoje, às 9:30, fui informada pelo articulador da visita, também morador, que sua Excelência trasferira o encontro para as 14:00 horas, por motivos imperiosos. Ás 14:00 horas, nova surpresa. Sua Excelência desmarcou a visita alegando compromissos inadiáveis. Afinal, o que ele tinha conosco não era compromisso. Ele só ia aparecer, fingir que escutava e ir embora. Mas ele não é culpado. A culpada sou eu, que acreditei. Afinal, com um histórico como o dele e do prefeito a quem ele serve eu não deveria esperar nada. Deveria, isso sim, ter ido a praia, curtir um sol, sabendo que ele não viria ao compromisso marcado. Eu não moro em nenhum cartão postal, não moro em área com IPTU estratosférico, porque eu esperei que ele viesse? Porque acreditei que, como ele não havia sido eleito, sendo ocupante de cargo comissionado ele viria, para posteriormente pedir votos. Mas nem assim. Estamos tão esquecidos que nem para preparar terreno para futuras eleições servimos.
Conselho Nacional de Medicina
São 22:15 h e acabo de assistir à uma matéria no Fantástico, da Rede Globo, que me deixou estarrecida. O Conselho Regional de Medicina decidiu aplicar uma prova de conhecimento nos alunos que se formam este ano. A prova não foi obrigatória. E, para desespero meu, a grande maioria dos futuros médicos, foi reprovada. Reprovada em questões básicas! Esta prova não tem nenhum valor, sendo realizada simplesmente para controle do Conselho. Senhores Conselheiros, porque esta prova não se torna obrigatória a todos os formandos em Medicina, bloqueando assim o acesso dos despreparados? A OAB faz este tipo de seleção e não permite ao bacharel de Direito exercer a profissão se não for aprovado. E, vejam bem, o Advogado não tem o poder de salvar vidas humanas, como os Médicos. Reclama-se tanto da Saúde Pública, mas este é um fator primordial para o bom funcionamento dela. Senhores Conselheiros este assunto esta em suas mãos para ser regulamentado. Afinal vocês também são Médicos, fizeram o Juramento de Hipócrates e tem como obrigação, por força do cargo e da profissão, de salvar vidas.
Dignidade
Em momentos como esse devemos vir a público externar nossa opinião. Pessoas como o Juiz Fausto De Sanctis fazem com que a alma do brasileiro, tão sofrida, se eleve. Independente do fato de ser um Juiz ele é um pessoa, que leva para o cargo que ocupa seus valores. Parabéns Juiz Fausto, por não se deixar intimidar, por fazer valer sua postura de integridade e, principalmente, por mostrar que ainda existem pessoas com a intenção de fazer valer a Lei. Parabéns pela sua conduta digna. O Povo Brasileiro agradece. Se no nosso País houvessem eleições para os cargos do Poder Judiciário, como deveria ser, com certeza o Senhor seria eleito por uma população de alma lavada.
Agilidade da justiça
É realmente impressionante a agilidade da Polícia Federal na investigação de crimes e da Justiça em julgá-los. O caso do Delegado Protógenes Queiroz é um exemplo. Em pouco tempo a Polícia Federal conseguiu reunir provas para indiciar o Delegado e a Justiça já se pronunciou no sentido de promover o julgamento o mais rápido possível. Parabéns a estes dois órgãos por sua presteza em promover a Justiça. Eu só gostaria que eles agissem com essa mesma presteza com os presos pela operação mal conduzida pelo Delegado Protógenes. Se o Delegado errou, que seja julgado. Mas, e as pessoas presas por ele, notórios meliantes do crime de "colarinho branco". Quando serão julgados e condenados? Ninguém mais fala no Sr. Daniel Dantas e quando fala, é para dizer que ele foi usado, pelo Delegado Protógens, em uma operação mal conduzida. É por esse tipo de conduta que nosso país continua a ser o berço da impunidade! Continuamos a alegrar os fraudadores, nacionais e internacionais, com nossa "Justiça" morosa e claudicante. Está na hora dos legisladores sérios desse País promoverem uma mudança na maneira como Juízes, Desembargadores e Ministros da Justiçã são alçados aos seus cargos. No momento que esses cargos passarem a ser eletivos, muita coisa vai mudar e deixaremos de ver esse tipo de notícia nos jornais.
O verdadeiro político
Assistindo ao debate de hoje, na rede Globo, entre os candidatos a Prefeito do Rio de Janeiro, cheguei a conclusão de que ser político não é para qualquer um. Ser político é um dom que a pessoa tem. É ser escorregadio, maleável, adaptável, enganador e, acima de tudo, possuir um cinismo indescritível! O candidato Eduardo Paes pode se orgulhar de ser um político completo. Além de tentar negar a qualquer custo que sua escola política foi com o atual Prefeito, o Sr. Cesar Maia ele consegue mascarar todas as respostas que são solicitadas a sua pessoa. É impressionante a desfaçatez com que ele distorce as respostas. Talvez para muitos o Deputado Fernando Gabeira não esteja qualificado para ser o futuro Prefeito da cidade. Concordo que ele não tem a vivência administrativa do Sr. Eduardo Paes, mas ele tem uma vantagem grande: para nossa sorte, ele não é um político completo!!!!
Que mulher é essa?
Este texto refere-se a esposa do Sr. Eduardo Paes
Escrevo essa carta por encontrar-me verdadeiramente confusa. Eu não sei se os candidatos a cargos públicos mentem muito ou se o que dizem é realmente verdade. E, em sendo verdade, que planeta é esse em que eles vivem?
No Globo de domingo, na reportagem com as esposas dos dois candidatos a Prefeito do Rio, eu fiquei realmente estarrecida com as declarações da esposa do candidato Eduardo Paes. É verdade o que ela está dizendo? Ela realmente faz e acredita nisso? Ou é uma mentira elaborada no intuito de fazer o povo acreditar neste modelo, obsoleto, de mãe e esposa, dedicada exclusivamente ao lar e a família? Se eu ouvisse aquela entrevista, com os olhos fechados, eu acreditaria estar de volta aos anos 60. Naquele tempo sim, a mulher ficava em casa, cuidando da familia e do lar, e, em nenhuma hipótese, se envolvendo na vida profissional do marido. A não ser para tirar fotos. Mas nos dias de hoje, uma mulher que se diz portadora de nível superior, cursando uma segunda Universidade, dizer que não tem tempo de ler porque seus horários são divididos entre as atividades dos filhos e os cuidados da casa.... francamente!! Uma mulher, cursando Arquitetura, não saber dizer qual o seu estilo arquitetônico preferido? Uma mulher de político de carreira, dizer que não lê reportagens sobre o marido e, que se lê, finge que não leu? Que mulher é essa? Que planeta é esse que ela vive?
E, nesse vai e vem de historinhas, o povo brasileiro vai se alimentando e se iludindo e elegendo políticos pouco capacitados, para dizer o mínimo, para a administração de suas cidades, estados e país. Vamos acordar senhores!!!
Escrevo essa carta por encontrar-me verdadeiramente confusa. Eu não sei se os candidatos a cargos públicos mentem muito ou se o que dizem é realmente verdade. E, em sendo verdade, que planeta é esse em que eles vivem?
No Globo de domingo, na reportagem com as esposas dos dois candidatos a Prefeito do Rio, eu fiquei realmente estarrecida com as declarações da esposa do candidato Eduardo Paes. É verdade o que ela está dizendo? Ela realmente faz e acredita nisso? Ou é uma mentira elaborada no intuito de fazer o povo acreditar neste modelo, obsoleto, de mãe e esposa, dedicada exclusivamente ao lar e a família? Se eu ouvisse aquela entrevista, com os olhos fechados, eu acreditaria estar de volta aos anos 60. Naquele tempo sim, a mulher ficava em casa, cuidando da familia e do lar, e, em nenhuma hipótese, se envolvendo na vida profissional do marido. A não ser para tirar fotos. Mas nos dias de hoje, uma mulher que se diz portadora de nível superior, cursando uma segunda Universidade, dizer que não tem tempo de ler porque seus horários são divididos entre as atividades dos filhos e os cuidados da casa.... francamente!! Uma mulher, cursando Arquitetura, não saber dizer qual o seu estilo arquitetônico preferido? Uma mulher de político de carreira, dizer que não lê reportagens sobre o marido e, que se lê, finge que não leu? Que mulher é essa? Que planeta é esse que ela vive?
E, nesse vai e vem de historinhas, o povo brasileiro vai se alimentando e se iludindo e elegendo políticos pouco capacitados, para dizer o mínimo, para a administração de suas cidades, estados e país. Vamos acordar senhores!!!
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